Publicado Online: 28 de dezembro de 2019

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Tratamento de pitiose equina: uma revisão

Ney de Medeiros Pordeus, Welligton Conceição da Silva, Alessandra dos Santos Belos Reis

RESUMO O tratamento da pitiose depende do sistema imunológico do animal e torna-se complexo, pois o agente apresenta características próprias, dificultando a ação dos medicamentos. Diversos protocolos têm sido implantados, dentre os principais métodos terapêuticos utilizados, destacam-se: cirúrgico, químico (antifúngicos), imunoterápico e o conjunto destes. Objetivou-se realizar uma revisão de literatura, expondo aspectos importantes relacionados ao tratamento da pitiose em equinos. A anfotericina B comunica-se especificamente com esteroides presentes na parede celular de fungos, como o ergosterol, ocasionando porosidade nas membranas lipídicas. O iodeto de potássio pode ser usado de forma eficiente no tratamento de pitiose em equino, pois apresenta regressão da lesão e evolução favorável dos casos clínicos. A utilização da associação de diferentes formas de tratamento pode se tornar uma alternativa viável. Diante do exposto, a remoção cirúrgica realizada isoladamente não apresenta resultados satisfatórios, sendo observadas recidivas em 30% dos casos, devendo-se associá-la com outras formas de tratamento. O tratamento com imunoterápico apresenta eficácia quando realizado no período máximo de 60 dias de evolução da pitiose.

PALAVRAS-CHAVE: anfotericina B; imunoterapia; “kunkers”

         https://doi.org/10.29327/multi.2019027

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