Publicado Online: 15 de setembro de 2018

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As diatomáceas como indicadoras da qualidade da água em rios urbanos

Antônio Pereira Júnior, Larissa Bezerra de Holanda, Ana Claudia de Sousa da Silva, Nayara do Socorro Nascimento Farias,

Ana Júlia da Silva Moura, Letícia Picanço da Silva

RESUMO As diatomáceas, atualmente podem ser excelentes indicadoras da qualidade da água nos rios urbanos, especialmente se estes desempenham a função de manancial. O objetivo desta revisão de literatura foi abordar a relação entre as diatomáceas, a qualidade da água e os rios urbanos. A análise dos dados obtidos indicou que na Europa, o uso de diatomáceas como indicador da qualidade da água em rios urbanos, já é efetiva. Quanto ao Brasil, os dados indicaram que na região Sul (Rio Grande do Sul e Paraná), as pesquisas dessa tríade estão em fase evolutiva. Na região Nordeste (Pernambuco), o uso ainda não está tão efetivo quanto no Sul e, na região Norte (Amazonas e Pará), as pesquisas para a composição da tríade quanto ao Índice da Qualidade da Água (IQA), ainda não apresentam efetividade. Uma das explicações é a falta de inserção nas legislações existentes quanto as variáveis a serem analisadas, dentre elas, o uso das diatomáceas. Logo, o IQA sem a complementação da análise das diatomáceas, pode ser incompleto, devido a indicação de outras variáveis químicas como, por exemplo os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos que não constam no IQA atual.

PALAVRAS-CHAVE: bioindicadores; poluição hídrica; urbanização

        https://doi.org/10.29327/multi.2018012

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