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Publicado Online: 23 de junho de 2018

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Estatística georreferenciada: abordagem e aplicação prática na ciência animal brasileira (em Inglês)

Mariah Tenório de Carvalho Souza e Enmelly Rayane Azevedo da Rocha

RESUMO O objetivo desta revisão foi melhorar o conhecimento sobre geoprocessamento de dados, bem como a aplicação de estatísticas georreferenciadas para o uso da ciência animal. O avanço do conhecimento nas diversas áreas que compõem as ciências agrárias tem evidenciado as limitações dos métodos tradicionais de estatística, na aplicação prática da variabilidade espacial e na análise de variáveis do sistema solo-planta-águaatmosfera em territórios de grandes áreas. A literatura nacional e internacional relata diversos métodos de determinação da massa de forragem, entretanto, a maior dificuldade é encontrada em métodos acurados para determinar a disponibilidade de forragem em períodos críticos ou de seca nas áreas de Caatinga das regiões semiáridas brasileiras. A metodologia proposta pela geostatística tenta extrair, mesmo com a aleatoriedade dos dados coletados, as características estruturais e probabilísticas do fenômeno regionalizado. O método de interpolação é chamado de krigagem e baseia-se na variável regionalizada amostrada e nas propriedades estruturais do semivariograma obtido a partir desses dados. Os mapas de isolinhas têm curvas de nível representando um conjunto de pontos regionalizados e podem representar um isovalor. Os estudos de material morto no solo (estopa), cactos e cicadáceas já estão representados em áreas da Caatinga, no entanto, maior importância deve ser dada à aplicação prática de estatísticas georreferenciadas e à avaliação da distribuição espacial aplicada à zootecnia, além de uma melhor compreensão da caracterização ambiental.

 

PALAVRAS-CHAVE: Caatinga; georreferenciamento; isolinhas; krigagem; zootecnia

         https://doi.org/10.29327/multi.2018007

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